07 março 2009

Praia de Ipanema

Cristo entubado
Hoje foi um daqueles dias que a gente jura que vai dar aquele voo famoso e sempre tão esperado por todos, naquela famosa e grande estátua; Cristo!
O vento Sul estava perfeito. Mais liso, impossível. Porém o teto estava muito baixo, aproximadamente uns 500m, e não subiu, o que frustrou o plano inicial de todos. Ficamos então aproveitando voo com toda a tranquilidade. Com a rampa cheia, muitos perderam a condição. Juliano e eu, curtimos a praia de Ipanema.

Lagoa

Praia de Ipanema

Aproveitando tudo

Juliano e a bola do jogo

05 março 2009

Agora é OFICIAL

Demos mais um passo para marcar nossa presença na WEB. Objetivando facilitar a memorização do endereço, registramos nosso domínio na internet.
Agora é OFICIAL: basta o www.acromerreca.com para entrar no blog da ACROMERRECA e conferir o que essa equipe de amigos tem de novidade sobre o voo livre.

03 março 2009

Os 79.8Km do Russi em Valadares

Segue o relato do Gustavo contando sobre o seu melhor voo em Governador Valadares, no feriado do Carnaval 2009.
A Acromerreca dá os parabéns por esse belo voo.
"Minha primeira viagem com intuito de fazer vôos de cross, pois até então só tinha feito “bmx”...rsrsrs...
Meu objetivo era fazer 50km livres, mas o Alex Brasil dizia que eu poderia chegar aos 100km. Eu ficava feliz com confiança dele mas não me deixava contagiar, pois meu recorde pessoal era 34km OLC, ou seja, fazer os 50 livres já estaria de bom tamanho. Chega de números, vou contar um pouco como foi meu melhor vôo nesse Carnaval 2009 em Governador Valadares.
Tudo começou com uma decolagem bem tarde, às 14h. Era o segundo dia em Valadares. Eu e Martin decolamos praticamente juntos e pegamos a mesma termal, na cara da rampa, com o teto bem baixo, de 1550m. Então, partimos para a pedreira.

Fomos lado-a-lado para mapear a segunda termal. A tirada parecia render bem, quase não perdíamos. Mas a historia começava a mudar quando chegávamos na pedreira. Martin começava a afundar muito e eu, que voava mais aberto, na direita e para trás, resolvi esperar um pouco antes de avançar. Sabia que se fosse em frente naquele momento, afundaria tudo. Com paciência, esperei no morro da salvação, aguardando um alinhamento melhor, antes de tirar para Alpercata.

Esta espera de 10 minutos rendeu mais uma base para a tirada.
Martin que corria mais com o voo estava longe, mas consequentemente muito baixo sobre a Alpercata.


Na Alpercata, eu afundava muito e via o Martin ralando para subir os morrotes a direita da estrada. Como estava mais alto, joguei na esquerda, no contra vento. Cheguei bem baixo procurando por um pouso. Foi quando um “uruba” me salvou, mapeando uma termal; 1500m, base novamente. Para minha alegria, agora se formava um cloud bem a minha frente, do lado esquerdo da estrada.
Não deu outra, pé em baixo, fui em frente, voando sempre alto sobre a cordilheira. Parecia ter entrado no ritmo. Quando saía de uma base, via outra formando logo a frete. Sem ninguém por perto, aproveitei para ganhar mais um metros por base - me refrescando um pouco – indo a 1800m em 4 bases, até chegar a Engenheiro Caldas.
Chegando na cidade, apesar de cada vez mais baixo, estava muito feliz, (já era o dobro de quilômetros do dia anterior). Como não via nada a minha frente, resolvi jogar para cima da cidade cruzando a estrada, onde avistava melhores pousos. Mas aquele era o meu dia. Procurando pouso, mais uma vez, um urubu salvou meu voo; dessa vez fui rápido até os 1800m, com o ar fresco no rosto e as linhas e tirantes úmidos. Para frente agora, era só alegria. Já sabia que tinha garantido os 50km no L/D e o que viesse a mais, seria lucro.
Continuei a direita da BR116 e analisando, percebia que a teoria de mudar de alinhamento fazendo as tiradas a 45° funcionava. Eu saia rápido das descendentes e tinha melhores chances de pegar um outro cloud, sem perder muito. Seguindo em frente fiz mais duas boas bases. Ao sair da segunda, vi que a altura de 200m do solo, em relação ao nível do mar, passava a partir desse ponto, para algo próximo a 550m. O teto então estava com menos 350m de desnível. Como se não bastasse, as termais eram cada vez mais fracas, pois já eram quase 17h. Novamente baixo, uma pequena cidade a esquerda da BR116 se aproximava.



Depois de mais uma termal que me largou nos 1770m, eu já podia ver a cidade de Dom Caváti ao meu pé. Estiquei-me ao máximo na selete, acelerei apenas 1/3 e o “parapa” rendeu como nunca.
Cheguei a Dom Caváti sem perder quase nada. Comecei a cruzar a cidade para aumentar a quilometragem. De repente o vario deu sinal de vida no azul. Rodei bem aberto para achar o centro dela, mas não apitava mais do que 1m/s. A uma hora dessas do dia, estava ótimo. Foi ai que me dei conta que o Morro do Ibituruna, de onde tinha decolado, já sumia na nevoa do horizonte.
No GPS mais uma cidade a frente, Inhapim. Não consegui vê-la no visual pois a geografia da região, eram só de morrinhos. Fui embora, deixando Dom Cavati para trás.
No cruzamento da BR116 com a estrada que leva para Ipu, consegui pegar mais uma fraca. Derivei nela na direção da estrada. Eu sabia que essa era a última do dia, pois já eram 17:30hrs. O céu completamente azul. Comecei a ver Inhapim e imaginar que seria possível chegar no L/D.
Comecei a voar exatamente sobre a estrada procurando pelo pouso mais seguro, que ali, seria no topo de um dos muitos morrinhos. O morrinho escolhido foi um na entrada da cidade, atrás de um posto de gasolina (Gentil).

Ao pousar peguei o celular, eram 17:50h. Olhei para o céu e pensei: hoje aproveitei até o final. O sinal do telefone estava no máximo, que sorte. Liguei para Alex Brasil. Quem me atendeu foi a Grazi, esposa do Paulo. Disse a ela que tinha acabado de pousar em Inhapim. Quase 4 horas de voo. Quando o Alex escutou, gritou muito. Parecia mais feliz do que eu naquele momento.
Dobrei o minha “Máquina Voadora” e desci ate um barzinho em Inhapim onde esperava pelo grande resgate de Alex Brasil e Paulo, no carro do Éden.

Valeu o apoio e companhia de todos: Alex, Paulo, Martin, Éden, Renata, Roberto, Cavallero, entre outros."

Clique aqui para ver o voo em detalhes.

02 março 2009

Contra-vento no Parque


Rodrigo em Voo - Sol Ellus 2 Branco

Dennis em voo - Icaro Incanto Vermelho
Sábado, 28 de Fevereiro, partimos Rodrigo e eu para cima da Serra.
Em um dia de sol, céu formado e rampa LOTADA, fizemos um voo legal do Parque São Vicente, em Petrópolis. Só não foi melhor para gente, porque o voo foi no contra-vento, e ai já viu, a gente não anda e não rende...
Teve muita gente fazendo voozão nesse dia e nós, mais uma vez, deixando algumas velas de alta (2-3 e comp.) para tras.
As asinhas, que não sofrem com o mesmo problema, deram um show de XC pelo Rio de Janeiro.
Pensamento do dia: "A gente chega lá...." ehehehehe

Track voo Rodrigo. Clique aqui para ver os detalhes



Rampa: Serra do Vulcão, Nova Iguaçu - RJ

Na foto, ao fundo, da esq. para dir. temos: Itaguaí, Japeri, Tinguá, Petrópolis.

Quando a Acromerreca sair para voar, será postada uma foto panorâmica (180graus) da rampa visitada e algumas dicas sobre a mesma.
Abrindo a série, a Rampa da Serra do Vulcão, em Nova Iguaçu, RJ.
A dica importante dessa rampa é como chegar até ela. Após achar a Faculdade UNIG, dirija-se ao posto Esso a frente, onde recomenda-se que se encontre o Batista, dono da "viatura"capaz de levar o voador e seu equipamento até a rampa, percorrendo uns 40minutos de estrada de terra de difícil acesso, onde muitos carros 4x4 não aguentam o tranco.

Lat: 22° 47.075'S
Lon: 43° 30.041'W

Um Carnaval de MERRECAS

Lulu, Dennis, André e Vizoo, na rampa de São Conrado, esperando pela hora da melhor merreca


Integrantes da Acromerreca ficaram pelo Rio nesse Carnaval. Em um dia de muito sol, fizemos uma sequência de merrecas em São Conrado. Até os que não tem voado, apareceram nesse dia para tirar os pés do chão.
Umas imagens de pousos no gramado, ficaram como recordação desse feriado do Carnaval 2009.


André Camargo, que anda sumido, prometou retorno às "atividades parapentistas" em breve


Dennis no gramado

Jera na corrida


Lulu, dava para pousar mais perto da câmera??


Vizoo com o pé esquerdo

24 fevereiro 2009

AcroRio




Um pouco de Acro, no universo das nossas merrecas. Juliano e Garoto Juca (Gustavinho) fazendo acrobacias em Parapente, em São Conrado-RJ e Castelo-ES.

09 fevereiro 2009

Siméria. Longa espera pela condição

Em um final de semana onde escolhemos Petrópolis para voar, teve um sábado de decolagem do Parque, voo complicado com a entrada do Leste no vale e pouso ali perto do Mandiocal.
Domingo, apostamos pela Siméria.
Com a previsão de vento fraco e virada para E, a Siméria seria a melhor opção. Chegando na rampa, a ventaca de NE (cauda) era inacreditável, mesmo assim, acreditamos.
Depois de três longas horas de espera a biruta parou e logo veio a bufa de frente, com o "aroma" da Baía de Guanabara.


Rampa da Siméria. Longa espera pela condição

Preparamos tudo e decolamos.

Tartaruga no apoio e resgate

Rodrigo e Gustavo ficaram pelo oficial e eu (Dennis) parti para uma tirada.

Russi agradeceu pelo trem ter atrasado, possibilitando seu pouso


Track do voo (Dennis). Pouso em Xerem.

O voo foi difícil em dia de teto baixo, chuva na rampa do Parque e CB's por todo o Rio de Janeiro.
Link do voo no XCBrasil:
CB Sobre a Zona Oeste

03 fevereiro 2009

Primeiro D-Bag em São Conrado

Sequência do salto (clique na imagem para ampliar)

Segunda-feira, dia 2 de fevereiro, em São Conrado. Gustavo, ou "Garoto Juca", fez o seu primeiro "salto" de D-Bag.

Decolando em um voo duplo de parapente, com o Beto Rotor - instrutor de voo livre - G.Juca realizou o primeiro D-Bag de São Conrado, voando Super Sonic da Sol.

Mais "saltos" e muito Acro são a promessa com o aprimoramento da técnica que consiste em dobrar a vela, se pendurar em alguém ou alguma coisa (parapente, paramotor, helicóptero) e tomar coragem (e muita) para puxar o release... ehehehe.

Acima, alguns cap's retirados do vídeo.

Garoto Juca, agradece a Juliano, Beto Rotor (Rotorfly) e todos os amigos envolvidos nessa empreitada.

LINK DO VÍDEO NO YOUTUBE:

02 fevereiro 2009

Pedra Bonita - São Conrado

No primeiro domingo de fevereiro, fomos a São Conrado para mais um dia de voo. Subimos até a rampa e observamos que em São Conrado, naquela manhã, o voo era no rotor do WNW. Era ir até a rampa e assistir dezenas de "INSTRUTORES E ALUNOS" voando no rotor. A chegada na praia estava "excelente", como todos podem imaginar. Foi então que optamos em voar da Pedra Bonita, onde o vento estaria de frente.
Para os leigos, devemos explicar que toda aeronave - assim como a asa delta e parapente - devem decolar com o vento de frente, sempre preferindo o vento laminar (liso), livre da rotorização criada, neste caso, pelo relevo geográfico da região, o que minimiza os riscos de acidentes.
Seguem então, as fotos de nosso passeio na trilha da Pedra Bonita, que fica dentro do Parque Nacional da Floresta da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro. A trilha não requer muito preparo nem experiência. Para os que não carregam os 20Kg de equipamentos então, fica tudo mais fácil ainda.
Durante a subida, o vento mudou para SW, o que prejudicou o voo do dia. Mas isso é só um detalhe, pos o exercício e o visual foram ótimos, no belo dia que fazia. Descer caminhando também faz parte do esporte quando realizado com segurança.

Dennis, Lulu, Rodrigo, Gustavo e Jera - Trilha da Pedra Bonita.


Chegando no topo, fim da caminhada.

Dennis, Gustavo e Lulu (ao fundo, Pedra da Gávea)


(Panorâmica São Conrado e Zona Sul)



Acromerreca indo para decolagem W. (Panorâmica Barra da Tijuca, Jacarepaguá)

Decolagem W, analisando a condição

Vamos todos ou não?
Voo sobre o Itanhangá no melhor estilo AcroMerreca